29 julho 2010
Bruno raspa a cabeça / cabelos queimados
28 julho 2010
De novo?
Criatividade seguindo o consumidor!
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Parace que a OMO está disposta a continuar como liderança nesse setor!
27 julho 2010
Stop Motion, caminhando pelos Estados Unidos
O Gigante da Colina de novo visual
Na próxima sexta-feira, no Forte de Copacabana, acontecerá a apresentação da nova linha de uniformes do Vasco da Gama, para a temporada de 2010. Os modelos foram inspirados nos anos 1974 a 1977, quando o Time conquistou o seu primeiro Campeonato Brasileiro e Estadual. A estréia será no jogo contra o Flamengo, no domingo, dia 1.
26 julho 2010
25 julho 2010
É CAMPEÃO! \o/
24 julho 2010
23 julho 2010
Facebook e Simpsons unidos
“Você pode explodir o país inteiro e eles vão dizer ‘obrigado, e aqui está um macaco para você levar de volta para casa’.”
Esta foi a frase dita por Sylvester Stallone a respeito do Brasil.O Escolhido diz "Não"

"O sabor de sua Brahma agora na cor da Brahma”

Brahma promove reposicionamento de sua marca através da mudança total em seu design. A lata, antes branca, agora é de cor vermelha. Mas não foi apenas essa a mudança sofrida pela marca. Sua logomarca também está de novo visual.
22 julho 2010
MAIS UM CASO DE AGRESSÃO
Eu não sei onde está a justiça deste país. Não existe, na minha opinião, crueldade maior do que em uma agressão contra crianças e animais.
Eliza Samudio será testemunha de Bruno
O advogado de Bruno e de outros envolvidos no caso, Ércio Quaresma, disse à Globonews que chamará a desaparecida Eliza Samudio para testemunhar em defesa dos acusados. Ele afirma que não há provas de que a ex-amante de Bruno está morta e que ficou ciente de movimentações feitas no cartão de créditos da jovem.Divulgação será apoiada por música
21 julho 2010
Bruno é inacreditável
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20 julho 2010
20/07/2010
Coca X Pepsi - Reacesa a chama da "paixão"
19 julho 2010
Caso Eliza
Agência Pepper promete apimentar o Rio de Janeiro
Agora é "Roda Rio"

Moda no Rio de Janeiro, a Roda Skol dará lugar à Roda Rio. A ideia é reforçar a candidatura da cidade para as olimpíadas.
Será inaugurada no dia 31 de Dezembro e será realizada nela a contagem regressiva para a virada de ano da praia de Copacabana.
Contará com o patrocínio das marcas Embratel e Skol. A roda terá capacidade para 144 pessoas e uma área de 7.000 m². Ficará no Rio até 1º de março e as expectativas são de atrair aproximadamente 200 mil pessoas.
A promessa é que o Bar da Roda, desenvolvido pela Dream Factory, continue e que agora seu visual tenha como base o bairro da Lapa.
No mesmo espaço, será oferecido um evento que mostrará ao público a importância da realização das Olimpíadas na cidade.
A ideia de inovação prevalece ao destacar que o espaço das cabines que ofereciam plug-in para mp3, agora surpreenderão o público na internet. "Em uma das gôndolas da roda haverá uma câmera que mostrará as imagens através do site www.rio2016.org.br", conta Roberta Medina, Presidente da Dream Factory em entrevista para o "mundodomarketing".
Fonte: www.mundodomarketing.com.br
"Capital" do Orkut



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Febre Simpsônica!

Formada por cinco integrantes, mais o cachorro e o gato, a família Simpson vive no meio-oeste norte-americano.
São eles, Homer Simpson, Marge Simpson, Bart, Lisa e Maggie.
Durante a série eles vivem inúmeras aventuras que divertem os telespectadores de todo o mundo.
Homer Simpson

Homer é um pai de família totalmente imaturo e irresponsável. Com seu jeito atrapalhado conquista multidões de fãs.
Ele é nada mais que uma sátira ao estilo de vida familiar norte-americana.
Sustenta sua casa com o dinheiro que ganha trabalhando na Usina Nuclear de Springfield. Mas não pense que ele trabalha duro no que faz. Colocando a cidade muitas vezes em perigo, Homer acaba pegando no sono durante o expediente.
Fascinado por televisão, fica horas diante dela, apreciando seus donuts e sua cerveja, coisas que nunca podem faltar no seu dia-a-dia.
Seu estado físico não é nem de perto padrão de beleza. Gordo e careca Homer conquista apenas sua mulher e o mundo inteiro. (hehe)
Quase já ia esquecendo de citar que o personagem não apresenta alto grau de inteligência. Muito pelo contrário, Homer apresenta um índice quase zerado e que já foi explicado de várias maneiras diferentes durante a série.
Mas depois de tanto falar do lado não muito bom a respeito desse carinha que atrapalhadamente cresceu tanto na vida cotidiana dos telespectadores, tenho e devo que destacar seu enorme coração. Não por seu tamanho exageradamente grande fisicamente, Homer tem um coração muito bom. Afinal, ele doou um de seus rins para seu pai, mesmo que sendo forçado a isso pelas circunstâncias.
Marge Simpson

Marge é a esposa de Homer. Conhecida por seus longos cabelos azuis e sua paciência sem fim vive o papel de uma dona de casa que não foge aos estereótipos, e se mantém fiel mesmo com as roubadas em que seu marido costuma se meter.
Costuma ficar em casa, cuidar de Maggie (sua filha mais nova), Bart e Lisa.
Apesar de ser uma mãe e esposa exemplar, não pense que o passado dela tem um histórico magnífico. Ex-viciada em caça-níqueis, a dona dos cabelos com mais personalidade da TV, já foi presa injustamente. Em um dos episódios já chegou a se tornar alcoólatra, para tentar acompanhar o vicio do marido. Depois de muito vexame e de muitas encrencas, conseguiu sua recuperação.
Lisa Simpson

Fugindo dos padrões de inteligência de seu pai e irmão, Lisa Simpson é de inteligência inquestionável e notória.
Filha do meio do casal, Lisa é incompreendida pelas crianças de sua idade e pelos adultos, que não entendem tamanha capacidade vinda dela.
Apaixonada por saxofone, Lisa é fã do falecido Gengivas Sangrentas, musico dentro do estilo jazz.
Bart Simpson

Bart Simpson é o filho mais velho da família Simpson.
Considerado um péssimo aluno, não gosta de ler, estudar e ir para a escola. Adora os dias em que neva, pois pode ficar em casa e aprontar das suas. Conhecido por suas trapalhadas, Bart adora passar trotes para a Taverna do Moe.
Seus passatempos preferidos são andar de skate, brincar com sua atiradeira e perturbar a tranqüilidade alheia. Adora chocolate e capuccino.
Apesar de seu jeito desordeiro, Bart já acertou em muitas coisas que fez. Mesmo com sua idade, já estrelou seu quadro próprio na TV, localizou um cometa que quase destruiu Springfield e acabou com uma vinícola (fábrica de vinho) ilegal na França.
Além de todas essas coisas, Bart cuida bastante de sua irmã, Lisa e também ajudou no romance de sua professora.
Bart é um desastre incompreendido, mas que se estudado, é apenas um ser que gosta de liberdade de expressão e de aprontar, como qualquer criança de sua idade.
Maggie Simpson

Maggie é a filha mais nova do casal Simpson.
Uma menininha adorável que conquista a todos com sua tentativa sempre falha de andar, e sua chupeta que não para de se “mexer”.
Chegando uma vez a se perder em uma floresta e sendo ajudada por ursos, Maggie é uma personagem que costuma se meter em situações um tanto quanto perigosas para um bebê.
Incrivelmente, já salvou seu pai várias vezes e toca saxofone como ninguém.
Algumas pessoas acreditam que futuramente será o membro mais inteligente da família, pois com apenas essa idade, já escreveu uma fórmula matemática com seus cubos de brinquedo.
Na verdade, muito se especula sobre o futuro dessa adorável bebê, mas não se tem certeza de nada, pois de acordo com vários episódios da série, a personagem pode se tornar desde uma rebelde sem causas, continuar sendo sempre um bebê até se tornar mãe e astronauta.
O futuro pertence apenas ao escritor, mas enquanto isso podemos sonhar com o tão desejado acontecimento.
Diria eu, que Maggie Simpson é simplesmente um personagem incrível.
Os simpsons são para mim a família mais divertida da televisão, superando qualquer série que eu já assisti, apesar de estar atrás da série House.
Além de satirizar a vida em família, os Simpsons me divertem todas as madrugadas!! =D
Amo de paixão essa família!
18 julho 2010
Logomarca escolhida para a Copa de 2014 ficará no banco de reservas da seleção

A Copa está longe de acontecer, mas o senso crítico do brasileiro já está no banco de reservas.
No dia 08/07 ocorreu o evento de lançamento da logomarca para a Copa que será realizada no Brasil em 2014. Em seu primeiro contato com o público, a logomarca despertou opiniões negativas sobre o seu design.
A declaração feita pela FIFA foi: “A FIFA e o Comitê Organizador do Brasil 2014 convidaram 25 agências brasileiras a confeccionarem a logomarca do torneio (...). O emblema escolhido foi 'Inspiração', criado pela agência África. O desenho deriva de uma célebre fotografia de três mãos que juntas levantam o troféu mais famoso do planeta. Além da mensagem humanista das mãos entrelaçadas, a imagem em verde e amarelo representa a acolhida generosa que o mundo receberá no país anfitrião.”
Bem, como publicitária devo admitir que ao obter conhecimento sobre a logomarca escolhida, não me vi representada pela força deste campo em seu design. Até mesmo comentei que se eu desenvolvesse-a, mesmo que só para um portfólio, talvez não estivesse no meu pensamento tal estrutura visual.
Em um de meus textos comentei que sei que nunca se deve julgar um livro pela capa, então resolvi buscar informações e opiniões alheias para desenvolver assim uma opinião que obtivesse uma base mais sólida. Foi quando encontrei críticas negativas à logomarca.
Um dos designers mais renomados no Brasil, responsável pela criação de logotipos conhecidos, como o do Itaú, Philco e Hering, resumiu a escolha, como: “É lamentável”.
Em outro depoimento, Agnaldo Farias, professor do curso de História da Arquitetura e Estética do Projeto da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, não mede palavras para descrever sua opinião. “É uma das piores logomarcas que já vi. Mal desenhada, diria que tosca, com traços quase infantis.”
Ao me deparar com opiniões importantes como estas, encontrei críticas que iam diretamente contra tudo que eu havia lido. Muitos internautas criticam o fato de muitos brasileiros serem retrógrados quanto as suas opiniões a respeito do Brasil como um todo. Quando digo “todo”, me refiro a tudo que acontece dentro do País, não só a capa.
Confesso que ao ler tantas opiniões contras e poucas a favor, acabei por desenvolver um pensamento crítico, apenas. Nem positivo e nem negativo. Eu diria que pode se considerar um pensamento em aberto, apesar de obter bases tão sólidas.
De começo não gostei e não apoiei a escolha da logomarca, mas hoje penso que realmente devemos apoiar mais e criticar menos. Não que críticas sejam desnecessárias, até porque acredito que elas são a porta para a superação e, muitas vezes, a vitória. Mas porque ao criticar, de uma maneira geral estamos deixando de apoiar, e isso eu acredito que seja fundamental para qualquer ação e desenvolvimento futuro.
É melhor procurar por um lado positivo.
A logomarca realmente possui um design duvidoso, mas se pensarmos pelo lado da FIFA, o Brasil precisa mesmo abrir os braços para o mundo e recolhe-lho para este evento. O mundo precisa ver e lembrar o Brasil não apenas como um país de corrupção, violência e mortes. Afinal, estamos falando da Copa do Mundo de 2014, um momento que deveria ser motivo de orgulho e “festa” para todos os brasileiros.
Já vivemos diariamente notícias ruins, mesmo que pequenas. Num cenário de tortura como este, devemos nos apegar a coisas boas, para não deixarmos a paranóia tomar conta do nosso dia-a-dia.
Não que eu esteja falando que apenas no Brasil sejam noticiadas cenas de tristeza, até mesmo porque costumo ler e assistir noticiários e jornais e sei que no mundo inteiro acontecem inúmeras cenas de terror.
Mas não estou aqui para falar de coisas ruins, e sim de coisas muito boas e positivas para o Brasil. Afinal, há grande expectativa de crescimento econômico e urbano, ligados a Copa de 2014.
Por isso, internautas, tentem olhar as coisas por um lado positivo! Vamos combinar que, a logomarca brasileira não é tão ruim assim! ; D
Fonte: www.copa2014.org.br
17 julho 2010
Agrado da alma
Uma coisa que me agrada ao extremo é falar sobre a Música.
Para mim, a música é mais que o som de instrumentos e vozes. Vai além de dança, sensualidade e festas.
Vejo na música a porta da alma e de seu entendimento. Na minha opinião, ela é capaz de compreender a mente humana. Ao contrário da ciência, que diz que o coração não ama, não se apaixona ou gosta, e destrói toda a magia contida nesse encantamento, dizendo que o cérebro é responsável pelos batimentos e por perceber envolvimento sentimental com as pessoas, acredito que coração e música caminhem juntos.
Adoro a cantora Laura Pausini, e tenho uma explicação plausível para tamanha adoração. Em várias músicas dela encontro pedaços da pessoa que sou e explicações para algumas perguntas que em vários momentos costumo fazer.
Sozinha no quarto escuto a canção “Hermana Tierra” que fala sobre o nosso planeta. A canção defende os sentimentos mais profundos que a natureza causa em nós. Sentimentos que muitas vezes nos passam despercebidos. Vem dela muitas vezes a paz que invade nossos corações, ou será que existe no mundo algum ser humano que nunca tenha se escondido dos problemas saindo por ai, sem rumo e foi parar em um lugar como, por exemplo, a praia? Alguém deixou de olhar para o azul do céu durante o dia ou a “luz mágica” da lua durante a noite? Será que ninguém nunca parou para contar, ou ao menos tentar, a quantidade de estrelas que enfeitam o céu? Impossível não gostar de sentir o vento contra o corpo.
Em outra canção, Io canto, Laura fala sobre vários acontecimentos que também podem nos passar despercebidos, como: A marca deixada no travesseiro todas as manhãs, os passos lentos e incertos de uma criança, o primeiro raio de sol do dia. Todos esses sentimentos a levam a cantar, porque ela sabe que todos eles farão com que ela seja ouvida e adorada por milhares de fãs. O que não é nenhum exagero. Eu me identifico ao extremo com músicas que falem sobre sentimentos, escolhas, sobre o mundo.
A música me define como eterna sonhadora, e ao contrário de muitos, acredito que sonhar não significa um rastro de fracasso. Pra mim, ser uma sonhadora significa acreditar que um dia as coisas possam mudar. Que um dia a mulher poderá esquecer o detalhe, e que o outro defenderá a sustentabilidade. Acreditar que a justiça tenha uma razão para existir.
Música para mim é sinônimo de vida. Me faz crer num mundo que saia do papel e vire realidade.
Interneticamente falando!
Hoje vim falar sobre um fenômeno chamado Internet. Um avanço tecnológico do século XX que abriu as fronteiras para a comunicação, o conhecimento e a informação.
Milhares de questões são jogadas todos os dias sobre os ombros desta invenção, como:
Será que ela é uma influencia positiva na vida dos jovens? Como será que ela funciona? Ela é mesmo fundamental?
Na minha visão de mundo, a internet junto à televisão forma a dupla com o papel mais importante midiático atualmente. E, acredito que jamais sairá de “moda”.
A internet tem a capacidade de encurtar distâncias, tornando-se essencial para o conceito conhecido como Aldeia Global. Mas o que viria a ser A.G?
Bem, Aldeia Global foi um conceito elaborado por McLuhan, que dizia que o progresso tecnológico reduziria o mundo à situação vivida dentro de uma aldeia, onde todos podem se comunicar. McLuhan não levou em consideração que dentro de uma aldeia a comunicação acontece de maneira bidirecional e entre dois indivíduos. Na época, elegeu a televisão para exemplificar este fenômeno descrito por ele, mas com o surgimento da internet, é que o conceito tornou-se ainda mais concreto.
Além de encurtar distâncias, a internet é o meio onde há o maior número de informações armazenadas. A qualquer hora do dia, se você precisar, basta acessar as ferramentas de pesquisa e buscar a informação desejada. Há que se tomar cuidado com as fontes, mas isso todo internauta tem obrigação de saber.
Além disso, a internet é um meio onde há instantaneidade, entretenimento, educação, segmentação entre outros.
É uma fonte de informação importantíssima por permitir que as pessoas estejam ligadas a todo instante a novas noticias sobre o que está acontecendo naquele determinado segundo em todas as partes do mundo.
Para a publicidade é um dos meios mais importantes, pois permite que milhares de propagandas sejam veiculadas de maneira segmentada. Ela atinge um número altíssimo de pessoas com seus produtos e permite a elas uma busca mais aperfeiçoada sobre o que comprar, como comprar, onde comprar e qual produto combina mais com o consumidor. Isso só é permitido por ser capacitada a exibir um alto grau de detalhamento. Além disso, é um meio interativo e uma fonte de identificação de diferentes perfis consumidores, o que dá a ela maior exatidão na hora de veicular determinado produto, obtendo assim o lucro desejado. Não é a toa que é conhecida como a menina dos olhos.
A internet tem um milhão de coisas boas a serem retratadas, mas como tudo na vida, tem seus prós e contras. Se eu for falar de todos os prós, levarei uma vida inteira. Então chegou a hora de citar os contras, ou pelo menos uma parte deles.
Na minha opinião, a internet é um meio de comunicação frio. Mas frio, como? Bem, ela permite uma comunicação instantânea, mas não permite que o sexto sentido possa ser utilizado. Não se sabe como a outra pessoa com a qual nos comunicamos está se sentindo, como é sua reação diante de nossas falas e opiniões, entre outros aspectos. Muitas pessoas não sabem como se defender deste meio tão complexo e por esse motivo acabam caindo na teia de aranha do desconhecido, até mesmo por não haver transmissão de sentimentos e verdades do outro. A frieza a qual me referia se resume nesse exemplo.
A internet também acaba por ser um meio dispersivo, pois dentro de um mesmo site você pode encontrar vários assuntos e itens diferentes, o que pode levar você a um caminho diferente do pensado anteriormente. Exemplo: Se você está pesquisando sobre futebol, pode surgir no cantinho da tela, um anúncio atrativo sobre um jogo de futebol online. Obviamente, se você se interessa pelo assunto, se sentirá atraído a clicar e experimentar tal jogo. Mas esse, é apenas um exemplo, até mesmo bobo.
A meu ver, pouco se pode falar da internet de maneira negativa, pois há que se ter limites e conhecimento sobre o território em que estamos pisando. Sabendo utilizar as coisas da maneira correta, a internet só teria o lado positivo da pilha!Perfil de consumidor é como agulha em palheiro!
Não é fácil traçar um perfil consumidor num mundo onde existem cada vez mais marcas que tentam superação a todo custo e fazem da cabeça do público-alvo um grande rolo. Já não se sabe qual comprar. Uma tem o preço mais baixo, outra tem mais qualidade, outra é de marca desconhecida, mas apresenta algum ponto de diferença sobre as outras.
De acordo com a mudança cultural, com o passar dos anos e o modificar da mente humana, não é fácil traçar um perfil consumidor e entender que hábitos levam ao consumismo do que e por quê.
Por ser difícil analisar o padrão de consumo, as empresas cada vez mais precisam estudar com cautela as variáveis incontroláveis na hora de lançar um produto. É importante estudar o comportamento do consumidor diante das forças econômicas, demográficas, sociais, culturais, legais, políticas, tecnológicas e o meio ambiente natural.
O Observatório Ipsos realizou um estudo sobre tendências de consumo nas principais capitais do mundo. Ela identificou os movimentos e fenômenos, observou-os em nível macroeconômico (político e social) e o como eles refletem no comportamento, no consumo, na cultura, arquitetura e propaganda.
Já não se sabe o que motiva o consumidor a consumir. E se existe realmente necessidade em seus consumos.
Sete perfis de consumo foram traçados diante dos resultados do estudo realizado.
Segundo Clotilde Perez, coordenadora geral do Observatório, “As sete tendências revelam um mundo em busca de composição.”
Os perfis são, na íntegra:
1. Go Bubbles
Tudo ao mesmo tempo e agora: a ideia quase mágica tornou-se uma condição para quem quisesse pertencer ao mundo globalizado. A ausência de limites tinha sua contraposição: se por um lado o indivíduo dispunha da possibilidade de acesso praticamente irrestrito às informações e contatos, por outro, ele também tinha que estar disponível e atento a tudo para poder acompanhar esse novo ritmo. Logo os efeitos colaterais começaram a ser percebidos. A percepção de excesso, a sensação de sobrecarga dava sinais desde as primeiras ondas do Observatório.
Hoje não há mais ambivalência: “o mundo é assim”. Ninguém mais se pergunta se é bom ou ruim ter internet, ter acesso à tecnologia... São as consequências do convívio com a primeira geração de nativos digitais!
Como a globalização e a vida sem fronteiras não foram alcançadas, o mood agora é considerar o mundo, mas não é necessário estar lá... O tempo agorista ainda é um valor. Mas a aldeia global adquiriu dimensões mais modestas, ainda que múltiplas. Estar “conectado” não significa, necessariamente, estar ligado a tudo o que acontece no mundo o tempo todo. Filtrar, selecionar e bloquear informações possibilitou limites. Conexão, interatividade, multiplicidade estão mais voltadas aos microcosmos, e são assim melhor administradas. Estas são as principais marcas da Tendência Go Bubbles “conexão no microcosmos”.
2. HiperSense
O desejo pela intensidade, surpreender e ser surpreendido, arriscar-se, ousar, sair do lugar comum, fazer algo diferente – peculiaridades tipicamente humanas – foram aguçadas pelos efeitos de massificação e da pouca diferenciação da era global.
Desde as primeiras ondas deste Observatório foram observadas diferentes formas de buscar uma emo ção mais intensa: do desafio físico, que fazia subir a adrenalina nos esportes radicais, passando pelo exibicionismo, pelo voyeurismo, até a invasão do fetichismo.
Essas manifestações continuam, mas surgiram formas mais elaboradas de se fazer notar e de sentir. Muitas vezes associadas a mensagens edificantes: minar preconceitos, atenuar tabus, manifestar uma ideia... A ênfase agora está em despertar os sentidos de maneira inusitada, ilusionar, misturar, sobrepor os sentidos. Estas são as marcas da Tendência HiperSense “maximização dos sentidos”.
3. Venus Fever
A discussão sobre os papeis sociais tradicionais do homem e da mulher já não ocupa mais destaque. Nota-se que a questão saiu do debate público e está mais evidente no âmbito privativo – cada um se acerta com seus pares. Nas ondas anteriores, a mulher estava mais presa aos poderes que conquistou, enquanto o homem aparecia mais perdido, sem um papel muito definido. Estavam todos carentes de modelos. Neste momento fica evidente que há certa parceria e flexibilidade.
Um caminho sem volta. A mulher n ão será mais a antiga “Amélia” e não se sente mais tão ameaçada pela perda de suas conquistas. Pode transitar mais naturalmente entre possibilidades: ora ocupando uma posição de mais liderança, ora compartilhando, sentindo-se frágil e pedindo proteção, ou até mesmo servindo ao marido e aos filhos. Da mesma forma, o homem é também mais livre para circular: mais sensível, vulnerável, parceiro e também pode ser mais viril, rústico...
Hoje, é a ideia de “compor” está no centro das atenções. O caricato, em qualquer sentido que seja, não tem mais espaço. Estas são características da tendência Venus Fever “He, she, it: a composição como possibilidade”.
4. Living Well
Bem estar é o foco da tendência Living Well. Na onda anterior já observávamos a diminuição das cobranças e estávamos mais livres das exigências sociais, o que deu o tom do “bem estar possível”, com forte conexão extra-corpus.
Agora identificamos duas vertentes a partir de um conflito: Finitude ou Longevidade? “Tem que ser hoje, porque pode acabar amanhã. E tem que ser todo dia, porque pode durar 90 anos”. Diante dessa dicotomia evidenciamos por um lado forte valorização do momento presente. Cuidar de si é mais possível do que cuidar do planeta ou dos problemas de ordem mundial. Por outro lado, evidencia-se mais preocupação com o futuro, com manifestações de generosidade, de dedicação aos outros, de ajudar, contribuir... Afinal vamos viver muito... A linguagem edulcorada e a generosidade são algumas das marcas da Tendência Living Well “bem estar necessário”.
5. ID Quest
Nas ondas anteriores do Observatório, a tendência ID Quest revelava uma maior valorização da memória afetiva, dos registros pessoais e da busca por proteção nas redes de segurança tradicionais. Na atualidade ID Quest tem importante destaque: buscar as raízes para saber quem eu sou – e eu sou um mosaico.
Amigos pessoais são mais valorizados, mesmo que o contato com eles seja mais virtual do que físico. Momento de crise financeira também intensifica a necessidade de contatos mais sólidos e verdadeiros do que a ampla gama de desconhecidos. Sente-se também certo remorso, culpa por ter se distanciado durante certo tempo dos laços afetivos mais reais.
São evidentes manifestações claras de busca afetiva, como design de época, objetos do passado, colecionismo em alta, remakes de filmes e peças de sucesso, renascimento das mascotes de marca e criação de novas, valorização das histórias de vida, os pets e a sedução pela eternidade. Tudo em busca de uma relação mais emocional e mais afetiva como possibilidade de constituição da própria identidade, ainda que esta identidade se forme na composição.
É preciso respeitar o mosaico de si mesmo, privilegiar cada pedacinho de si. Essas são algumas das características da Tendência ID Quest “patchwork identitário”.
6. My Way
A tendência My Way apresentava-se em ascensão na onda anterior: a indústria a serviço da customização com possibilidades cada vez mais fáceis e acessíveis de se diferenciar; a indústria favorecendo a customização. Agora o foco passou a ser no indivíduo e em tudo que lhe agrada e singulariza. Não queremos apenas personalizar: somos autores-atores prontos para performar.
Agora, as manifestações de individualidade estão também expressas na relação com o outro, na co-autoria, nos processos de co-criation, na colaboração. O exercício da criatividade está na capacidade de transitar por vários estilos, atitudes e comportamentos. Ser único e ser múltiplo é o tom de My Way, “protagonismo e criatividade”.
7. Know Your Rights
É a mais atual das tendências. Vem crescendo em cada onda do Observatório. Alicerçada no paradigma contemporâneo “consumir é existir”, com ramificações para o consumo crítico, ético e sofisticado, esta tendência agora dá sinais de fusão entre os eixos “crítico” e “ético”: repudia-se tanto o excesso do capitalismo e das grandes corporações, quanto a forma de produção. E também não basta aderir a produtos éticos se o consumo for excessivo.
Ética e estética aglutinam-se: “é feio jogar papel no ch ão”. Festa do consumo responsável, dia sem compras, loja gratuita, são exemplos claros dessas misturas. As manifestações de insatisfação, repúdio e até vingança contra organizações e marcas proliferam-se na rede.
Na vertente da sofistica ção do consumo, notamos sinais do surgimento de novos significados para luxo: momento de mais moderação e controle e atenção ao que se mostra. A ideia de excessos pode comprometer a imagem pessoal. Marcas de luxo voltam-se para o core business em busca de segurança e manutenção das vendas. Estas são algumas das evidências de Know Your Rights “Consumidores complexos e críticos”.
Fonte: www.mundodomarketing.com.br
